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9 de outubro de 2009

woff firefox

o firefox 3.6 vai suportar o woff.

o que é woff?

woff [web open font format (formato aberto de fonte para web)] é um novo fomato de fonte para web desenvolvido pela mozilla em conjunto com a type supply, letterror, e outras organizações. usa a mesma versão comprimida da estrutura sfnt baseado em tabelas usado pelo truetype, opentype, e pelo open font format (formato aberto). porém ela adiciona uma metadata e uma estrutura de uso privado, incluindo campos prédefinidos permitindo as fundidoras e vendedoras de fontes providenciar a informação de licensa se desejado. existem três principais benefícios ao usar o woff:
  1. o arquivo da fonte é comprimido, então sites que estiverem usando o woff vão precisar de menos banda e vão carregar mais rápido que se usassem uma fonte opentype ou truetype sem compressão.
  2. muitos vendedores que não estão dispostos a vender um fonte truetype ou opentype para o uso na web vão licensiar o fontes no formato woff. isso aumenta a disponibilidade de fontes para web designers.
  3. vendedores e defensores do software livre gostam do woff, então ele tem a possibilidade de ser um verdadeiro formato universal, interoperável para web, diferente dos outros formatos de fontes.
texto traduzido do mozilla developer center.

22 de setembro de 2009

depois de quase um mês

muita coisa aconteceu nesse tempo, eu casei, fui pra minha lua de mel, tirei férias, comecei a reforma desse blog (ainda não está completo, mas está quase lá). a tipografia brasileira também não parou. eu fiquei impressionado, tanto que esse post vai ser comprido...

tipos do brasil

um site de tipografia em português com uma galera fera assinando.

Eduílson Coan, Fabio Haag, Frederico Antunes, Gustavo Lassala, Gustavo Soares, Hugo Cristo, Marconi Lima, Pedro Moura, Rafael Neder, Ricardo Esteves, Tony de Marco, Yomar Augusto são os nomes por trás desse novo projeto para divulgando e ensinando tipografia em bom português.

Após alguns meses de preparação apresentamos o Tipos do Brasil. Um site criado com o objetivo de divulgar a produção de fontes digitais nacionais além de ser um canal de informação em português sobre tipografia. Ao aproximar profissionais o site poderá tornar-se território comum para a convergência de interesses dos designers de tipos e ser um canal de comunicação entre designers, diretores de arte, agências e distribuidores.

texto assinado por rafael neder divulgando o site na lista de tipografia.

tupigrafia para todos

através de uma pessoa caridosa as faculdades que entrarem em contato com o toni de marco ganharam todas as edições da tupigrafia, algumas já, outras quando forem reeditadas.

brasileiros na gringa

a discord e a eklipse do rafael neder estão a venda na t26, não só no myfonts.

a utilização da maryam e da jana thork vem sendo comentada em vários blogs, inclusive no ilovetypography, que já foi uma das minhas principais fontes.

silent e broxa subindo cada vez mais no hot new fonts do myfonts.

atualização:a broxa broxou mesmo, deve ter dado azar pra quem comprou, mas ela estava no hot new fonts, e deve voltar logo, o lassala merece!

crimes tipográficos

o coletivo/ foundry foi convidado para expor seus trabalhos na mostra conexão>conexions no sesc pompéia. a mostra começou ontem (24.10) e é uma das iniciativas pra comemorar o ano da frança no brasil.

A exposição visa explorar o diálogo entre as produções gráficas contemporâneas brasileira e francesa, e sua aplicação social, por meio de exposição de cartazes, peças gráficas e instalações multimídia, curadas conjuntamente por Christele Kirschtetter, diretora até 2008 do Pôle Graphique de Chaumont [França] e pelo designer brasileiro Rico Lins.

tem umas fotos a exposição aqui.

tipos latinos

a mello sans, o projeto de conclusão de curso do fernando mello vai ser utilizada como fonte oficial na tipos latinos 2010.

falando em tipos latinos, as inscrições já estão abertas no site (só podiam ter caprichado um pouco mais no site, né?).

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novidades da just in type

e a just in type anuncia novidades. a concreta, fonte desenhada por toni de marco & niko fernandes.

o texto da imagem dispensa explicações. a just in type deveria, também, dispensar explicações, mas se quiser saber mais, o google te ajuda.

novidades da type folio

via twitter marconi lima anuncia: Trabalhando intensamente pra fechar o character set da versão thin italic da Petala Type Family.

DaMa rodando o brasil

fábio haag e seu chefe, bruno maag, vão rodar o brasil em novembro dando palestras.

já estão confirmadas porto alegre (16.11), curitiba (18.11), rio de janeiro (19.11) e são paulo (23 a 27.11). deve rolar um type & beer nas cidades antes ou depois do evento, então fique ligado!

pra finalizar, tipocracia

tem grana e o sábado livre em são paulo, vai estudar tipografia!

6 de agosto de 2009

desconto de lançamento!



do próprio lassala nos comentários, de $19 por $13.30. e olha que o dolar tá baratinho, hein!

15 de junho de 2009

meus pensamentos nas webfonts

semana passada a ascender postou no site, fontembendding, a proposta de um novo formato de fontes, exclusivo para web. já existe um formato chamada .eot (embed opentype) que funciona há um bom tempo no internet explorer. no safari 4, firefox 3, opera 9 e ie 8, funcina também o @fontface com o arquivo cru em opentype. o problema disso é que ele facilita o uso de fontes sem licensa e a distribuição livre de fontes comerciais. esse @fontface não pegou de vez, mas se ele pegar, muita gente vai começar a usar, e aí, definitivamente, as foundrys vão ter que dar um outro jeito de ganhar dinheiro com fontes (vai ser um problema bem parecido com o das gravadoras e o mp3). um novo formato talvez seja uma solução, mas não é uma boa solução. o opentype que já existe a um bom tempo ainda não é o formato majoritário. um formato exclusiva pra web também deve demorar, e pode até nunca ser reconhecido e logo não vai ser usado. a minha solução é mais ingenua possível, mas eu acredito que possa funcionar. ao invés de deixar os grandes da informática criar um novo formato (seja .eot, que já existe, ou .otw), as foundrys poderiam agir com fé e fazer diferentes licensas, uma pra web e outra como a que já existe. os piraratas tipográficos vão continuar pirateando, não importa se inventarem um formato novo ou não, toda tecnologia pode ser, e será, craqueada. do jeito que o mercado vem se comportando pelo mundo, acho mais interessante confiar no cliente e ter fé que vai funcionar. além disso, a foundry que fizer isso vai ter uma simpatia enorme de uma galera, além de inovar seria uma ótima jogada de marketing...

24 de fevereiro de 2009

de graça

um site que reúne fontes grátis e luta pra que todas sejam de graça.

16 de fevereiro de 2009

entendendo a crise

do urbe.

12 de fevereiro de 2009

nova pepsi

nova logo e latas! na gringa ao menos, não sei quando chega aqui... mas ela nem mudou tanto assim... a anterior e uma mais antiga... de qualquer forma: aqui tem um pdf com a conceituação ridícula da marca.

22 de dezembro de 2008

estado da indústria quadrinística no brasil

"Mudar essa mentalidade é difícil, mas eu admiro quem tente. Mas acho os métodos pouco eficazes. Vender um produto cultural, no Brasil, se restringe a lançá-lo para uma minoria de gente que 1. se importa com adquirir cultura 2. tem dinheiro para gastar com isso e 3. procura coisas novas para ler, ao invés de apenas obedecer o que mandam a Veja e o Jô Soares." mais em clica!

4 de setembro de 2008

o ócio

ema uma palestra, um pastor havaiano comenta a importância de se dedicar a fazer aquilo que você gosta para contra - balancear com aquilo que te estressa, te desgasta e te faz mal, muito mal. um comentário de um amigo meu é que ele não sabia na hora as coisas que lhe faziam bem, as atividades que o acalmavam e lhe traziam novas energias para continuar a vida e seguir em frente. e lá vou eu sempre inquieto pensando o que faz com que as pessoas não saibam mais o que relaxa elas. isso é praticamente uma questão política! falta tempo, não se aproveita o descanso, logo não se descansa, as pessoas explodem e um monte de gente se atrapalha porque dependem de outras pessoas. porque o ócio não é mais exercitado? ele não dá dinheiro? eu acho que o ócio dá dinheiro, sim! um colega de trabalho comentou que as empresas deveriam ter um aproach diferente, não uma visão de obrigar o empregado a trabalhar, mas de fazer o empregado se sentir endividado com a empresa. como se a empresa fosse tão camarada, me desse tantos benefícios, que eu me sentiria na obrigação de retribuir a empresa. eu trabalharia com mais prazer, e logo minha produtividade aumentaria pacas! seja como for, o lugar onde trabalho não é assim, não caminha para esse lugar e não vejo que essa política tome muita força, mas o ócio não deixa de ser importante...

24 de agosto de 2008

mp3 no brasil

o disco do marcelo camelo (vocalista do los hermanos) vai ter 10 faixas para download grátis. é a primeira vez que um artista de destaque toma esse passo no brasil (teve o tom zé e o css, mas eles sairam pela trama e a trama sempre quis ser antenadinha e gente boa). o disco do front man do los hermanos sai em setembro e vai ser distribuido pela sony bmg e apesar de não ser o disco inteiro, a jogada parece ser muito camarada e como esse tipo de artista nunca vende muito (dentro ou fora da era da pirataria) uma jogada assim faz mais propaganda do que qualquer coisa. o disco, musicalmente falando, ainda vem com a participação da estrela da internete malu magalhães e tem hurtmold como banda de apoio. abaixo uns videozinhos pra ver o que vai ser e imaginar a possíveis misturas... marcelo camelo mallu magalhães hurtmold (esse dava pra ser o jazz de domingo, mas não vai ser não...)

21 de agosto de 2008

ah! a informática...

hoje vi uma palestra de um vendedor de computadores que era um belo de um entusiasta. ele dizia (praticamente pregava) que no futuro os bancos não teriam mais pessoas, todo o atendimento seria informatizado. a mesma coisa aconteceria nos supermercados e que essa era uma tendência. realmente é uma tendência, mas como essas pessoas vão ganhar dinheiro? isso não é uma questão de desemprego é algo maior. se funciona nos bancos e nos mercados, logo vão para lojas de conviniência, depois no posto de gasolina, depois para os shoppings, vendinhas, bancas de revista e para todo estabelecimento comercial. logo quem trabalha no comércio é só quem é dono de algum estabelecimento, ou não, quem tem os estabelecimentos são as empresas que produzem as máquinas, as pessoas não são mais necessárias. e aí eu me pergunto, o que vão fazer as pessoas que simplesmente apertam botão, que tem um trabalho mecânico? os sistemas econômicos e sociais sempre colocaram as pessoas para trabalhar. o ócio só pertencia e pertence a aristocracia e bota aristocracia nisso. será que vai virar ao contrário? ou sempre vão precisar de alguém para fazer o trabalho idiota?

19 de agosto de 2008

o consumidor

o maior problema do mercado atual é que o consumidor além de consumir, ele produz. ele não exatamente faz um tênis, mas ele escreve, faz música, desenha, edita fotos e o escambau. ele não um simples ser manipulável de acordo com as opções que lhe são oferecidas. não tem do jeito que eu quero, então eu deixo de comprar. é por isso que eu não compro tênis! a internet criou possibilidades de manufaturas de um jeito muito prático. teve gente que aproveitou isso (google) mas tem gente que ainda reclama (gravadoras, produtoras de softwares, artistas atrasados) e por não saber direito como lidar com a situação utiliza a própria persuasão do mercado para convencer o consumidor de que está tudo errado. o grande problema do mercado hoje em dia não é o mercado, mas sim o consumidor e o jeito de interagir com o consumidor. tem muito mais sobre isso, os pontos bons, os ruins, a publicidade e o meio ambiente. eles vêm aos poucos...

28 de julho de 2008

isso é globalização

tirei do sujo.

22 de julho de 2008

e a indústria fonográfica

saiu no link (caderno de informática do estadão) dessa semana que a grande revelação do e3 foi a música. o e3 é o maior evento de videogame no mundo e é lá que aparecem os novos jogos e as próximas sensações dos videogames. com o sucesso do guitar hero, jogo que simula o tocar guitarra sem necessariamente precisar saber tocar uma, surgem novas alternativas que usam o controle original do wii (videogame da nintendo) sem precisar de uma guitarrinha especial para o jogo. soluções para continuar ganhando com música não faltam, as grandes gravadora estão só com preguiça de mudar.

10 de julho de 2008

mais do dantas e cia

bob fernandes já tinha dito ontem que nesse rolo todo, quem ia cair não era só gente que mexe diretamente com a dinheirama, mas alguns jornalistas. por aí já se percebe alguns vacilos, de acordo com o doria. e de acordo com o próprio doria tem uma revista semanal que pode vir abaixo se a pf continuar a investigar os rolos que acontecem a mando de dantas. por aí ainda comentam que a comentarista miriam leitão da cbn também pode estar um pouco enrolada.

9 de julho de 2008

a indústria fonográfica

se tem um ramo da indústria que realmente vacila com a evolução da internet é a indústria fonográfica e que apesar de conseguir convencer o consumidor de que fazer download grátis atrapalha a música (mentira!) ela continua lutando com todas as forças contra um movimento que já está consolidado. a música não vai mais ser comprada como era, e o consumidor vai lutar ao máximo para pagar o mínimo ou nada. olhando a vitrine de uma livraria eu vi exposto o cd sgt peppers lonely banda dos beatles. naquela loja o cd custava r$ 38,00. eu fiquei abismado porque eu paguei r$ 40,00 no sgt peppers e no abbey road em vinil. o vinil além de estar em boa qualidade, era da data original (67 e 69) e não um relançamento. a partir disso eu fiz uma estratégia básica para vender mais cds. o preço de custo de um cd sai em média uns r$ 2,00. como o gasto com a produção de um disco clássico (como o dos beatles) já está paga, recuperada e muito bem lucrada, o preço do cd é menor ainda. mesmo assim, se você vender para as lojas por r$ 5,00, as lojas devem vender por de r$ 7,00 a r$ 9,00. com o cd mais barato, mais pessoas compram, as gravadoras ficam mais simpáticas ao consumidor, e a indústria fonográfica pode se adaptar a um novo jeito de mercado com mais sossego. mas quem disse que capitalismo funciona assim? só o marx...